O O ex-presidiário Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dentro da lata de conserva com Prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes.

Desfile eleitoral debochado de Lula na Sapucaí rebaixa escola, que ficou em último lugar

Publicado em: 19/02/2026 00:111,8 Min. de Leitura

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Escola de samba Acadêmicos de Niterói termina em último lugar no Grupo Especial de 2026 e volta à “série B” do Carnaval do Rio.

A Acadêmicos de Niterói, escola de samba responsável pelo polêmicodesfile-bajulação a Lula (PT), foi rebaixada do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro em 2026. Antes mesmo do encerramento da votação, na quarta-feira de Cinzas (18), a escola já ocupava a última colocação e volta para a série B do Carnaval da cidade no ano que vem.

A distância na pontuação foi grande para o penúltimo colocado, Mocidade. A nona colocada Tuiuti obteve 268,5 pontos, a décima, Portela, 267,9, a penúltima 267,4, distâncias apertadas por décimos de pontos, enquanto a escola que bajulou Lula conquistou apenas 264,6 pontos.

O ex-presidiário Lula com a Acadêmicos de Niterói.

Lula no Carnaval, com escola que o homenageou.

O O ex-presidiário Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com a bandeira da escola de samba.

O O ex-presidiário Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com a bandeira da escola de samba.

Primeira a desfilar no domingo (15), na Marquês de Sapucaí, a escola recebeu apenas duas notas 10 nos nove quesitos avaliados. O desfile concentrou-se na trajetória política de Lula e provocou grande polêmica, acusada de servir apenas como propaganda eleitoral antecipada em pleno ano eleitoral.

A apresentação Do Alto do Mulungu Surge a Esperança: Lula, o Operário do Brasil incluiu alas sobre a vida do petista, além de greves e programas sociais, mas deixou de fora episódios marcantes da vida do político do PT, preso por corrupção e lavagem de dinheiro durante a Operação Lava Jato, condenações que depois foram revertidas pelo Supremo Tribunal Federal.

O enredo gerou reações da oposição a Lula, como Michelle Bolsonaro (PL/DF), Nikolás Ferreira (PL/MG), Flávio Bolsonaro (PL/RJ), Romeu Zema (Novo) e Damares Alves (Republicanos/DF).

Fonte: Diário do Poder