Amapá: Dr. Furlan (PSD) lidera disparado para governador e Rayssa Furlan (Podemos) para o Senado
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Dr. Furlan (PSD) atinge a marca dos 60,3% contra 33,1% do adversário
Pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas no Amapá, registrada no TSE sob o n.º AP-00062/2026, aponta vantagem ampla de Dr. Furlan (PSD) na disputa pelo governo do Estado e liderança de Rayssa Furlan (Podemos) na corrida ao Senado. O levantamento, feito em entrevistas presenciais e domiciliares entre 26 e 28 de agosto de 2026, está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o n.º AP 00062/2026 e, conforme a Resolução -TSE n.º 23.600/2019.
Quando os nomes são apresentados (cenário 1), a vantagem de Dr. Furlan se amplia:
- Dr. Furlan (PSD): 59,4%
- Clécio Luís: 32,1%
- Delegado Marcos: 0,6%
- Carlos Cley: 0,4%
- Jairo Palheta: 0,1%
- Nenhum / branco / nulo: 3,9%
- Não sabe / não opinou: 3,5%

Antônio Furlan, o Dr. Furlan (PSD)
No cenário 2, restrito ao confronto direto, Dr. Furlan (PSD) marca 60,3% e Clécio Luís, 33,1%. Indecisos e votos brancos/nulos somam menos de 7%. O recorte por perfil mostra Dr. Furlan (PSD) mais forte entre homens (62,0% no cenário 1) e jovens de 16 a 24 anos (65,0%). Clécio Luís Vilhena Vieira cresce entre mulheres (34,5%) e, sobretudo, entre eleitores com ensino superior (44,4%, contra 49,0% de Furlan). A diferença também se estreita no ensino superior no cenário 2: 49,8% a 45,6%.
Furlan vence no espontâneo e nos estimulados. Na pergunta espontânea sem lista de nomes ele aparece com 43,5%, contra 23,2% do governador Clécio Luís Vilhena Vieira. Delegado Marcos soma 0,2% e outros nomes, 0,5%. Brancos, nulos e “ninguém” ficam em 4,7%, e 27,9% não souberam ou não opinaram.

Lula o “Joe Biden Brasileiro” e o aliado Clécio Luís, governador milionário do Amapá.
Clécio Luís Vilhena Vieira é o mais rejeitado
Na pergunta de rejeição (o eleitor podia citar mais de um nome), Clécio Luís Vilhena Vieira lidera com 39,3%. Em seguida vêm Delegado Marcos (20,6%), Dr. Furlan (PSD) (18,6%), Jairo Palheta (10,6%) e Carlos Cley (8,3%). Outros 7,5% disseram que poderiam votar em todos, e 10,3% não opinaram.

Dr. Furlan e Rayssa Furlan lideram pesquisas no Amapá.
Senado: Rayssa Furlan (Podemos) na frente
Com a liderança de Rayssa Furlan (Podemos), esposa de Dr. Furlan (PSD), restou a Lucas Barreto e a Randolfe Rodrigues brigar pela segunda vaga. Cada entrevistado podia citar até dois nomes. No espontâneo, o quadro ainda é de baixa cristalização: 43,1% não souberam ou não opinaram. Entre os citados, Rayssa Furlan (Podemos) lidera com 26,2%, à frente de Randolfe Rodrigues (15,2%) e Lucas Barreto (13,4%). Alliny Serrão tem 6,1% e Acácio Favacho, 4,5%. Davi Alcolumbre aparece com 0,6%. No estimulado, o ranking fica assim:
- Rayssa Furlan (Podemos): 56,0%
- Lucas Barreto: 38,1%
- Randolfe Rodrigues: 36,6%
- Alliny Serrão: 18,4%
- Acácio Favacho: 16,2%
- Capi: 6,3%
- Juíza Jô: 1,4%
- Professor Uzian Pinto: 0,8%
- Helio Silva: 0,6%
Rayssa Furlan lidera em todos os recortes. Lucas Barreto tem desempenho melhor entre homens (42,7%) e nas faixas etárias mais altas. Randolfe Rodrigues empata tecnicamente com Barreto no geral e supera o adversário entre mulheres (37,4% a 33,8%) e no ensino superior (41,4%). Alliny Serrão também avança entre mulheres (22,8%) e universitários (24,9%).

Rayssa Furlan, candidata do (Podemos) ao Senado no Amapá.
Governo Clécio Luís Vilhena Vieira: 55% de aprovação, 40,5% de avaliação positiva. A administração do governador Clécio Luís Vilhena Vieira é aprovada por 55,0% e desaprovada por 42,0% (3,0% não opinaram). Na escala de qualidade:
- Ótima: 15,6%
- Boa: 24,9%
- Regular: 30,9%
- Ruim: 7,5%
- Péssima: 18,8%
- Ótima e boa somam 40,5%; ruim e péssima, 26,3%.
A série histórica do próprio instituto mostra aprovação relativamente estável, com leve recuperação em relação a Julho de 2026 (53,3%): 56,3% em Julho de 2025, 59,3% em outubro de 2025, 53,9% em março de 2026, 54,1% em junho e 55,0% agora. A parcela que avalia o governo como “ótimo” é a mais alta da série (15,6%). A aprovação é maior entre mulheres (57,1%) e eleitores com ensino superior (60,5%). Entre homens, cai para 52,8%; no ensino médio, para 52,7%.
Como a pesquisa foi feita
O Instituto Paraná Pesquisas entrevistou 1.080 eleitores em 16 municípios do Amapá. A seleção ocorreu em três etapas: sorteio de municípios e de localidades por probabilidade proporcional ao tamanho do eleitorado e, dentro de cada localidade, quotas de gênero, faixa etária, escolaridade e renda domiciliar. Pelo menos 30% dos questionários (324 entrevistas) foram auditados. O Instituto Paraná Pesquisas informa que a amostra é representativa do eleitorado estadual.

