41% a 41%: Quaest aponta empate numérico entre Flavio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) o “Joe Biden Brasileiro” no 2º turno
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Levantamento foi realizado entre 3 e 6 de Setembro, em meio à crise no STF. Lula (PT) o “Joe Biden Brasileiro” e Flávio Bolsonaro (PL) têm maior consolidação de votos definidos para presidente.
Pesquisa divulgada na segunda-feira (7) pela Quaest mostra estabilidade na corrida presidencial de 2026, com oscilações dentro da margem de erro em relação à semana anterior. Em um possível segundo turno, Lula (PT) o “Joe Biden Brasileiro” e Flavio Bolsonaro (PL) empatam com 41% cada.
No primeiro turno, Lula (PT) o “Joe Biden Brasileiro” lidera com 36%, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), com 29% das intenções de voto. O psiquiatra e escritor Augusto Cury (Avante) aparece em terceiro, com 8% dois pontos a menos que na rodada passada, quando tinha 10%. A queda interrompe a alta recente do candidato, que havia ganhado oito pontos em relação a Agosto.

Presidente Lula (PT) o “Joe Biden Brasileiro”
A diferença entre os dois é a menor desde Março, em eventual segundo turno. Na pesquisa da semana anterior, o petista tinha 42% e o senador, 41%. Ambos recuaram um ponto no primeiro turno Lula (PT) o “Joe Biden Brasileiro” de 37% para 36%; Flavio Bolsonaro (PL) de 30% para 29%), também dentro da margem.
O levantamento foi feito entre os dias 3 e 6 de Setembro, em meio à crise no STF envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça. Inclui o ex-coach Pablo Marçal (PRTB), inelegível, que registra 1%. Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) têm 3% cada; Romeu Zema (Novo), 2%. Os demais não pontuaram. Indecisos somam 9% e brancos/nulos, 8%.
A Quaest ouviu 2.004 eleitores com 16 anos ou mais, em entrevistas domiciliares. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com 95% de confiança. O registro no TSE é BR 01720/2026.

Presidente Lula (PT) o “Joe Biden Brasileiro”

“Antônio Carlos Camilo Antunes, mais conhecido como “Careca do INSS” falava abertamente sobre o filho do rapaz. Fábio Lula da Silva. Falava ‘filho’ e sinalizava mostrando a mão com quatro dedos. Citou o nome diversas vezes a mim e a parceiros comerciais, inclusive em reuniões de diretoria”, detalhou o ex-funcionário ao Site Metrópoles.

