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28/11/2021
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Davi Alcolumbre pode renunciar para não ser cassado, após rachadinha milionária

O próprio Davi Alcolumbre negociava a safadeza: “O senador me disse assim: ‘eu te ajudo e você me ajuda'”, contou Marina, uma das vítimas, à Revista VEJA.

Ex-presidente do Senado Davi Alcolumbre (DEM/AP) tem sido aconselhado a renunciar para evitar a vergonha da cassação e de ficar inelegível até as eleições de 2030.

Acusado de embolsar mais de 90% dos salários de seis ex-funcionárias do seu gabinete, que nomeava prometendo pagar R$14 mil e lhes entregava R$1.350, embolsando o restante, o senador Davi Alcolumbre, ex-presidente do Senado, tem sido aconselhado a renunciar ao mandato, segundo revelou um aliado. A renúncia evitaria a vergonha da cassação e de ficar inelegível até 2030. Não é a primeira denúncia que o envolve.

Outro escândalo

No início do mês, Davi Alcolumbre foi alvo de múltiplas acusações de nepotismo cruzado, rachadinha e desvio de dinheiro público de salários.

Mulheres pobres

A Revista Veja relatou que as seis ex-funcionárias, vítimas da rachadinha de Davi Alcolumbre, foram recrutadas na periferia pobre de Brasília.

Toma lá, dá cá

O próprio Davi Alcolumbre negociava a safadeza: “O senador me disse assim: ‘eu te ajudo e você me ajuda’”, contou Marina, uma das vítimas, à Revista VEJA.

Essa esquerda…

Um senador do PSOL, Geraldo Mesquita Jr (AC), foi o primeiro acusado de crime de rachadinha, ao conselho de ética do Senado, em 2005.

Embaixador Carlos França, ministro das Relações Exteriores

Chanceler aproveita G20 em agenda movimentada

Acompanhando o presidente Jair Bolsonaro à reunião dos líderes do G20, o ministro das Relações Exteriores, embaixador Carlos França, como é habitual, aproveita a presença dos seus homólogos em Roma para estabelecer conversações bilaterais importantes. Ele já confirmou reuniões com os colegas da Itália (Luigi di Maio), França (Jean-Yves Le Drian), Turquia (Mevlut Cavusoglu) e México (Marcelo Ebrard).

Brasil na OCDE

O chanceler brasileiro também acompanha o presidente Bolsonaro no encontro com o secretário-geral da OCDE, Mathias Cormann.

Olho na OMC

Outro encontro previsto do ministro Carlos França é com a diretora-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Ngozi Okonio-Iweala.

Com África do Sul

O chefe da diplomacia brasileira também deverá reencontrar a colega sul-africana Naledi Pandor, para discutir pauta de interesses comuns.

Lugar definido

Na mesa de reunião dos líderes do G20, o presidente Jair Bolsonaro ficará sentado entre os primeiros-ministros da Austrália, Scott Morrison, simpático ao Brasil, e Canadá, Justin Trudeau, marqueteiro inveterado.

Dando rolê

Após sua chegada ao Palazzo Doria Pamphilij, sede da embaixada do Brasil em Roma, Bolsonaro aproveitou e caminhou no centro histórico da capital italiana, nas proximidades da Piazza Navona.

Cavou, achou

Virou um dos assuntos do dia na sexta (29) a hashtag “Rachadinha do Alcolumbre”, sobre revelação da revista Veja que o senador do Amapá embolsou mais de R$2 milhões pertencentes a funcionárias do gabinete.

Novos servidores

O governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), comemorou a nomeação de mais de 18 mil novos servidores concursados durante os menos de 3 anos de governo, incluindo 340 novos professores apenas na sexta (29).

Resultado positivo

O governador João Doria celebrou os resultados da “Semana São Paulo” na Expo Dubai 2020, nos Emirados Árabes: fechou US$ 1,1 bilhão em investimentos para seu estado, após 100 reuniões realizadas.

Afano bilionário

Auditoria da Controladoria Geral da União (CGU) comprovou que os brasileiros pagaram R$5,2 bilhões a mais em contas de luz desde 2017 devido a “erros” no setor elétrico. Nem se fala em devolver essa fortuna.

Grande sustenta

Levantamento FSB Pesquisa/CNI mostra que grandes indústrias (72%) pretendem investir mais em ações de sustentabilidade nos próximos dois anos do que as médias empresas do setor (61%).

Crise (até) de alimentos

O Rodong Sinmun, jornal oficial da ditadura norte-coreana, promove o consumo de carne de cisne negro, que estão sendo procriados em massa pelo governo: “delicioso e tem valor medicinal”, diz a publicação.

Pensando bem

Se a Justiça Eleitoral cassar mesmo todo candidato que espalhar fake news, não vai ter eleição.

Fonte: Diário do Poder

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