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18/10/2021
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Jogada é engavetar PEC da 2ª instância ou criar impasses para inviabilizar a proposta

Armação é estender execução de sentenças em 2ª instância à Justiça do Trabalho, à Eleitoral etc . Reunião teve toda pinta de armação para ‘melar’ acordo sobre prisão em 2ª instância

A jogada política do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, com líderes partidários de sua confiança, sobretudo aqueles ligados ao centrão, pretende empurrar com a barriga, ao máximo, a proposta de emenda que estabelece execução de sentença penal após a segunda instância. A ideia é esvaziar a PEC para levá-la à gaveta ou incluir na proposta outras áreas da Justiça, como a Eleitoral e a Trabalhista, onde as sentenças seriam cumpridas também após decisão de 2ª instância. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Nesta reunião, ficou claro que Alcolumbre e principalmente Maia não têm interesse na PEC da 2ª instância, e Sérgio Moro foi apenas um espectador
Nesta reunião, ficou claro que Alcolumbre e principalmente Maia não têm interesse na PEC da 2ª instância, e Sérgio Moro foi apenas um espectador

Dar aos tribunais do trabalho (TRTs), marcados pelo ativismo de toga, poder da decisão final de processos, levaria pânico aos empregadores.

Outra ideia diabólica para inviabilizar a PEC, inaceitável para políticos, é que decisões dos tribunais regionais eleitorais sejam definitivas.

Governadores acossados pelo precatórios, e grandes empresas não aceitariam abrir mão da “3ª instância” do Superior Tribunal de Justiça.

Maia designou Marcelo Ramos (PL/AM) para presidir e Fabio Trad (PSD/MS), de sua confiança, para relatar a PEC da 2ª instância.

Fonte: Diário do Poder

Redaçãohttps://bloginformandoedetonando.com.br/
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