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11/08/2022
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Metrópoles entrevista Reguffe, candidato à Presidência do Senado

Por Caio Barbieri & Isadora Teixeira

Senador do DF deve concorrer com outros 9 postulantes à principal cadeira do parlamento. Ele prega a austeridade como bandeira de campanha

Na disputa pela presidência do Senado Federal, José Antônio Reguffe (sem partido) tem como principais bandeiras de campanha a austeridade e o corte de gastos. Segundo ele, as despesas no parlamento são exageradas. Uma das metas, caso seja eleito, será reduzir o número de assessores de cada congressista, que pode chegar a 55 por gabinete. O senador é entrevistado nesta segunda-feira (28/1), ao vivo, pelo Metrópoles (veja abaixo).

Ciente da resistência de colegas à sua pauta, o parlamentar critica os adversários na disputa. “A gente precisa discutir o papel do Senado no país. Eu espero que eles tenham a lucidez de que não pode ter esse custo que tem hoje para o contribuinte”, assinalou. Ele também defende o fim do plano de saúde vitalício garantido aos senadores.

Formado em jornalismo e economia, Reguffe foi deputado distrital, entre 2007 e 2010, e deputado federal, de 2011 a 2014, antes de ser eleito senador pelo Distrito Federal, em 2015. No atual mandato, reduziu de 55 para nove assessores do gabinete, abriu mão do plano de saúde e das verbas indenizatórias. “Com essas medidas, economizei R$ 16 milhões só de gastos diretos, sem contar gasolina e encargos, por exemplo. Se multiplicar por 81, dará mais de R$ 1 bilhão”, prevê.

Assista à entrevista:

Disputa

O senador do DF entra em uma corrida com ao menos nove concorrentes. Ele tem pouco tempo para conquistar votos, uma vez que a eleição para o comando da Casa pelos próximos dois anos ocorrerá na sexta-feira (1º/2). “Os candidatos estão apenas lançando seus nomes, mas não estão colocando propostas e compromissos objetivos. Nós precisamos ter um Senado mais transparente e que custe muito menos para o contribuinte do que hoje”, afirmou.

Até o momento, já se colocaram na disputa os senadores Alvaro Dias (Podemos/PR), Davi Alcolumbre (DEM/AP), Esperidião Amin (PP/SC), Major Olímpio (PSL/SP), Renan Calheiros (MDB/AL), Tasso Jereissati (PSDB/CE), Simone Tebet (MDB/MS), Major Olímpio (PSL/SP) e Ângelo Coronel (PSD/BA). O atual presidente, Eunício de Oliveira (MDB/CE), não conseguiu renovar seu mandato nas eleições de 2018.

Para ser eleito Presidente do Senado, é preciso pelo menos 41 dos 81 votos. Em caso de não haver maioria absoluta na primeira disputa, haverá segundo turno.

Fonte: Metrópoles

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