Senador Weverton Rocha (PDT/MA) ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

PF intima delatados por Maurício Camisotti e líder do governo fica na mira, senador Weverton Rocha (PDT/MA)

Publicado em: 12/04/2026 00:172 Min. de Leitura

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Relator da indicação de Jorge Messias ao STF, o senador Weverton Rocha (PDT/MA), líder do governo Lula, também foi delatado.

Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha e intermediária na relação com o “Careca do INSS”

A Polícia Federal intimou 31 investigados a prestar depoimento no inquérito que apura um esquema de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social. As oitivas foram determinadas após Maurício Camisotti firmar acordo de delação premiada.

Entre os intimados estão nomes apontados como integrantes ou próximos do núcleo investigado. É o caso de Romeu Carvalho Antunes, filho de Antônio Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, e de Tiago Schettini Batista, descrito como sócio oculto do grupo. A lista inclui ainda pessoas ligadas ao senador Weverton Rocha, como os ex-assessores Gustavo Marques Gaspar e Vanessa Barramacher. Também foram chamados Adroaldo da Cunha Portal, ex-secretário executivo do Ministério da Previdência, e seu filho, Eduardo Silva Portal.

Outros nomes incluem a publicitária Danielle Miranda Fontenele, a lobista Roberta Luchsinger e o advogado Eric Douglas Martins Fidelis, além de empresários, advogados e ex-servidores do INSS e da Caixa Econômica Federal. As investigações apontam que o esquema pode ter desviado cerca de R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024. Em nota, o senador Weverton Rocha negou qualquer envolvimento e afirmou não conhecer o delator.

Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha e intermediária na relação com o “Careca do INSS

Rocha divulgou nota curta sobre o escândalo, por meio da sua assessoria: “O Senador rechaça qualquer tentativa de vinculá-lo a esse esquema, não conhece, nunca recebeu ou conversou com essa pessoa, portanto não irá comentar o seu possível depoimento.”

“Antônio falava abertamente sobre o filho do rapaz. Fábio Lula da Silva. Falava ‘filho’ e sinalizava mostrando a mão com quatro dedos. Citou o nome diversas vezes a mim e a parceiros comerciais, inclusive em reuniões de diretoria”, detalhou o ex-funcionário ao Metrópoles.

Fonte: Diário do Poder