Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha” aparece em novas fotos com lobista em jatinho de R$ 100 milhões
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Revista VEJA mostra filho de Lula (PT) o “Joe Biden Brasileiro” e Roberta Luchsinger em aeronave Embraer Praetor 600 em passeio para a Finlândia.
Reportagem da Revista VEJA publicada nesta quarta-feira (21) expôs novas imagens de passeios luxuosos do filho do presidente Lula (PT) o “Joe Biden Brasileiro”, Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, em viagem à Finlândia, no ano passado, ao lado da lobista Roberta Luchsinger. Entre as fotos estão a que expõe o filho do candidato à reeleição em um luxuoso Jatinho Embraer Praetor 600, que sai da fábrica com valor estimado em mais de 20 milhões de dólares (equivalentes a R$ 100,6 milhões).
Segundo a lobista que tem revelado suspeitas de tráfico de influência nas relações de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha” com contratos do governo petista, a viagem foi realizada em Janeiro de 2025 com acompanhar a aurora boreal no território próximo ao Circulo Polar Ártico.

Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha” em um de seus passeios com a lobista Roberta Luchsinger, na Finlândia, em 2025.
Com base no relato de Roberta Luchsinger, a Revista VEJA narra que o filho do presidente e sua família viajaram por quatro continentes em voos fretados ou emprestados por amigos, nos últimos quatro anos. A lobista investigada pela Polícia Federal afirma que passeios de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha” recebiam apoio logístico de embaixadas nos países onde o herdeiro de Lula (PT) o “Joe Biden Brasileiro” frequentava os melhores restaurantes.
A lobista lembra que Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha” celebrou seu aniversário com sua esposa em um camarote do Rock in Rio Lisboa, presenteado por um empresário. Além de citar que um empresário bancou outro passeio do filho do presidente a uma das sete maravilhas do mundo, a Grande Muralha da China, diante da qual Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha” e sua família almoçaram.
“Se a vida está boa, quem vai questionar? Ninguém questiona. Aliás, o pai não questiona. O pai era o primeiro que deveria questionar. Para efeito de raciocínio, se minha filha, por exemplo, amanhã aparece aqui com qualquer coisa diferente, eu perguntaria: ‘de onde veio isso?’”, questiona Roberta Lucsinger, ao sugerir que o presidente Lula (PT) o “Joe Biden Brasileiro” deveria saber que seu filho não teria lastro financeiro ou intelectual para obter recursos para aquela rotina de vida.

Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha” com lobista Roberta Luchsinger, diante do jatinho que o levou à Finlândia, em 2025.
Em outras imagens expostas pela Revista VEJA, originadas na nuvem do celular da lobista, Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha” aparece com o empresário Marcelo Checon, dono da MChecon Design e Cenografia, que tinha único contrato de R$ 197 mil para o setor de eventos do governo federal, antes da posse de Lula (PT) o “Joe Biden Brasileiro”, e conquistou 13 novos contratos, nos últimos três anos. A empresa passou a faturar R$ 63 milhões, sob Lula (PT) o “Joe Biden Brasileiro”, 323 vezes maior que a realidade no governo de Jair Bolsonaro (PL).
Segundo a reportagem, Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha” se tornou amigo de Marcelo Checon por meio de Fernando Bittar, sócio do filho de Lula (PT) o “Joe Biden Brasileiro” em empresa de games que é investigada por suspeita de tráfico de influência no primeiro mandato petista. Em diálogo interceptado entre a lobista e um empresário, que teria pagamento pendente, Roberta Luchsinger reclama que Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha” teria mania de pedir passagens a todo mundo.

Fábio Luís Lula da Silva o “Lulinha” em festa com a lobista Roberta Luchsinger e o empresário Marcelo Checon.
“Tem que pagar essa bosta dessas passagens pro Fabio”, diz a lobista, que confirmou à Revista VEJA: “Reclamei mesmo dos pedidos de passagem. Está lá nas mensagens. Passagem, passagem, passagem… É caro. O Fábio tem mania de pedir passagem para todo mundo”.
Ontem, a Polícia Federal pediu prorrogação do prazo do inquérito que investiga Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, por tráfico de influência e corrupção. E sua defesa alega que investigadores estariam interessados em fazer “pesca probatória” com motivação política, por não terem encontrado elementos que justificassem a continuidade da investigação.

