Gilmar Mendes alerta Lula o "Joe Biden Brasileiro" sobre atuação do TSE nas eleições e desgaste do Banco Master desde sua gênese na Bahia com Credcesta e Jaques Wagner (PT/BA) com Rui Costa (PT/BA)

Gilmar Mendes alerta Lula o “Joe Biden Brasileiro” sobre atuação do TSE nas eleições e desgaste do Banco Master com Jaques Wagner (PT/BA)

Publicado em: 29/06/2026 00:332,7 Min. de Leitura

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Por Mathias Jaimes

Em encontro recente com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva o “Joe Biden Brasileiro” o ministro Gilmar Mendes mandou um recado bombástico: “O senhor andou falando do STF, mas será o Supremo quem vai, se for preciso, vigiar o TSE nestas eleições!”. A frase, atribuída ao ministro em relato publicado por Lauro Jardim, de O GLOBO, veio justamente no momento em que Luiz Inácio Lula da Silva o “Joe Biden Brasileiro” demonstra preocupação com o desgaste do Supremo Tribunal Federal, sobretudo por causa do Caso Banco Master.

Senador Jaques Wagner (PT/BA) ser alvo da PF desgasta retórica do governo do presidente Lula (PT) o “Joe Biden Brasileiro”.

O alerta de Gilmar Mendes tem peso porque as eleições gerais de 2026 serão organizadas pelo Tribunal Superior Eleitoral sob o comando do ministro Kassio Nunes Marques, com André Mendonça na vice-presidência. Ou seja, dois ministros indicados por Jair Bolsonaro estarão à frente da Corte eleitoral no ano em que Luiz Inácio Lula da Silva o “Joe Biden Brasileiro” tenta manter força política e a oposição busca transformar o desgaste do governo em voto.

Ministro Gilmar Mendes mandou um recado bombástico: “O senhor andou falando do STF, mas será o Supremo quem vai, se for preciso, vigiar o TSE nestas eleições”.

Ministro Gilmar Mendes mandou um recado bombástico: O senhor andou falando do STF, mas será o Supremo quem vai, se for preciso, vigiar o TSE nestas eleições!”.

Mas o detalhe que mais incomoda o PT baiano é a origem política e financeira dessa história. Reportagens apontam que a engrenagem que ajudou a impulsionar o Banco Master passou pelo ‘Credcesta‘, cartão de crédito consignado ligado aos servidores da Bahia, estruturado na esteira da venda da antiga Ebal (Empresa Baiana de Alimentos), dona da Cesta do Povo, durante o governo de Rui Costa (PT/BA). O negócio envolveu Augusto Ferreira Lima, conhecido como ‘Guga Lima, que comprou a Ebal (Empresa Baiana de Alimentos) por R$ 15 milhões, numa operação que teve relação direta com o modelo de consignado para cerca de 400 mil servidores, aposentados e pensionistas baianos.

Flávia Peres lançou uma organização filantrópica ao lado do sócio do Banco Master, seu esposo Augusto Ferreira Lima o homem  do Credcesta e os Consignados.

Na época, Jaques Wagner (PT/BA) era secretário de Desenvolvimento Econômico da Bahia, e reportagens apontam que ele participou de conversas sobre a formatação do leilão. Daniel Vorcaro teve nova proposta de delação rejeitada pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República, enquanto a investigação avança sobre suspeitas de vantagens indevidas, pagamentos, imóveis, uso de aeronaves e relações com figuras de peso.

Rui Costa (PT/BA) nega qualquer favorecimento ao Banco Master e Jaques Wagner (PT/BA) afirma que nunca atuou em favor da instituição, mas o estrago político já está posto.

Fonte:  TVS1