Jornalista americano Michael Shellenberger denuncia ligação de Lula (PT) o “Joe Biden Brasileiro” e Fábio Luís Lula da Silva o “Lulinha”, ao PCC por meio de contador João Muniz Leite
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Michael Shellenberger também critica censura do TSE, impedindo Flávio Bolsonaro (PL) de manter post sobre o assunto.
Em post publicado nesta sexta-feira (23), o Jornalista americano Michael Shellenberger afirmou que Lula (PT) o “Joe Biden Brasileiro” mantém ligação com figuras da organização criminosa “Primeiro Comando da Capital (PCC)” por meio do contador João Muniz Leite, investigado por lavagem de dinheiro da facção. Segundo Michael Shellenberger, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ordenou, em 8 de Outubro, que o senador e candidato Flávio Bolsonaro (PL) apagasse publicações nas redes sociais que associavam Lula (PT) o “Joe Biden Brasileiro” à organização, classificada pelo governo dos Estados Unidos como “Foreign Terrorist Organization”.

Marcos Willians Herbas Camacho, conhecido pelos apelidos de “Marcola” e “Playboy”, é o líder máximo da maior e mais poderosa organização criminosa do Brasil, o Primeiro Comando da Capital (PCC), desde 2002.
Michael Shellenberger detalha que João Muniz Leite elaborou as declarações de imposto de renda de Lula (PT) o “Joe Biden Brasileiro” (em período entre 2011 e 2016, segundo reportagens brasileiras), atuou por 14 anos como contador de Roberto Teixeira, advogado de longa data do petista e sogro do ministro do STF Cristiano Zanin, e continua prestando serviços contábeis a Fábio Luís Lula da Silva o “Lulinha”, filho do presidente. O escritório do contador fica no mesmo prédio, em Pinheiros (zona oeste de São Paulo), onde funcionaram empresas de Fábio Luís Lula da Silva o “Lulinha”.

Agora, Lula (PT) o “Joe Biden Brasileiro” nega amizade com Cristiano Zanin.
A reportagem de Michael Shellenberger, publicada também em português em seu Site Public, ressalta que dividir contador com figuras ligadas ao PCC não significa que a facção controle Lula (PT) o “Joe Biden Brasileiro”, o presidente reagiu com veemência à designação americana do grupo como organização terrorista. No entanto, o jornalista argumenta que o TSE foi longe demais ao afirmar ausência de base factual. Até veículos considerados mais próximos ao governo, como a CNN Brasil, republicaram matéria do Estadão com o título “Contador ligado a Lula é suspeito de lavar R$ 16 milhões em loteria com PCC”.
Conheça a clientela do contador de Fábio Luís Lula da Silva o “Lulinha”
Investigações do Ministério Público de São Paulo apontam João Muniz Leite em múltiplas operações. Ele é suspeito de ter lavado dinheiro para Anselmo Becheli Santa Fausta, o “Cara Preta”, fornecedor de drogas do PCC assassinado em 2021. Em 2021, o contador chamou atenção da polícia após receber 55 prêmios de loteria em um único ano; dados da Polícia Federal indicaram que ele e a esposa ganharam juntos centenas de vezes em diferentes loterias.

Negócios do PCC em São Paulo ligam Anselmo Becheli Santa Fausta, vulgo ‘Cara Preta‘, e Antônio Vinicius Lopes Gritzbach executado no aeroporto de Guarulhos.
Na Operação Spare, deflagrada em setembro de 2025, promotores afirmaram que os autos não deixavam “dúvidas da participação ativa de João Muniz nas estratégias de lavagem de dinheiro da organização criminosa”. O contador é investigado por elaborar declarações de imposto de renda de Flávio Silvério Siqueira (Flavinho), apontado como coordenador de rede de “laranjas” em postos de combustíveis, casas de jogos, imóveis e motéis.
Registros bancários obtidos por inquérito parlamentar e reportados pelo SBT News mostram que Fábio Luís Lula da Silva o “Lulinha” fez transferências de R$ 1,8 mil para João Muniz Leite em 2025, parte delas após a Operação Spare. A defesa de Fábio Luís Lula da Silva o “Lulinha” confirmou a relação profissional de mais de 20 anos. O Palácio do Planalto e a defesa do contador negam irregularidades e afirmam que não há vínculo criminoso com a família presidencial.

Viviane Barci de Moraes e seu esposo Alexandre de Moraes, na lista de sancionados da Lei Global Magnitsky junto a Luís Inácio Lula da Silva.
Censura judicial
Michael Shellenberger também recorda o histórico de censura judicial. Em 2022, o ministro Alexandre de Moraes, então presidente em exercício do TSE, determinou a remoção de conteúdos que associavam Lula (PT) o “Joe Biden Brasileiro” e o PT ao PCC, incluindo reportagens sobre interceptação em que o líder “Marcola“ teria feito declaração de voto.
A decisão de Outubro de 2026, relatada pelo ministro André Mendonça e confirmada por unanimidade, considerou que a associação a organizações criminosas sem “substrato fático mínimo” ultrapassa os limites da crítica política e configura grave descontextualização. O segundo turno da eleição presidencial ocorre neste domingo (25).
O post de Michael Shellenberger reúne reportagens de veículos brasileiros como Estadão, Metrópoles, CNN Brasil e SBT News, e ganhou repercussão entre críticos do governo, que apontam o episódio como exemplo de restrição a informações de interesse público durante o processo eleitoral.

Ministro do STF Alexandre de Moraes e a esposa Viviane Barci de Moraes e Lula (PT) o “Joe Biden Brasileiro“.

