Ex-presidente Juscelino Kubitschek exilado na Europa, vítima da perseguição do regime autoritário no Brasil.

Na ditadura, políticos de oposição também eram presos e exilados

Publicado em: 29/10/2026 00:171,1 Min. de Leitura

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Brizola, Arraes e JK foram perseguidos, presos e exilados acusados de “tentativa de quebra da ordem constitucional”.

Se hoje são políticos como o senador Flávio Bolsonaro, jornalistas, pessoas comuns e até uma juíza, identificados com a Direita, que buscam asilo e proteção dos Estados Unidos, os perseguidos políticos na ditadura militar também eram opositores, mas de esquerda, que o regime buscava neutralizar com acusações improváveis de “subversão”, alguns até mesmo de “terrorismo” contra figuras como os ex-governadores Leonel Brizola e Miguel Arraes ou o ex-presidente Juscelino Kubitschek. A informação é da Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder.

Presidente Lula (PT) o “Joe Biden Brasileiro”

O regime tinha a própria versão da tal “tentativa violenta de abolição ao estado de direito”. Era como conseguia neutralizar opositores incômodos.

Brizola, Arraes e Juscelino Kubitschek foram perseguidos, presos e exilados sob a pecha de “subversão” e de “tentativa de quebra da ordem constitucional”.

Na ditadura, também era comum banir opositores da atividade política, acusando-os de “crime contra segurança nacional” e até “corrupção”.

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) o “Joe Biden Brasileiro”.

Fonte: Diário do Poder