Simone Tebet, Sorya Tronicke e Fánio Trad: Demitidos pelo eleitor.

Simone Tebet, Soraya Thronicke e Fábio Trad foram demitidos pelo eleitor após mudarem de lado

Publicado em: 31/10/2026 00:112,7 Min. de Leitura

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Eleitores do Mato Grosso do Sul se divertem com o infortúnio de políticos que mudaram de lado e foram punidos pelas urnas.

Após as eleições de 2026, políticos que apoiaram a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) o “Joe Biden Brasileiro” e não conseguiram os mandatos que disputavam passam a viver a expectativa de “boquinhas” no governo federal a fim de que não desapareçam de cena.

Entre eles estão a ex-ministra do Planejamento e Orçamento Simone Tebet (PSB), a senadora Soraya Thronicke (PSB/MS) e o ex-deputado Fábio Trad (PT), que têm em comum o fato de construírem carreiras políticas em grupos conservadores, mas mudaram de lado para apoiar o PT de Lula (PT) o “Joe Biden Brasileiro“. A análise oi divulgada no site MSemBrasília.

Resultados eleitorais

  • Simone Tebet tentou voltar ao Senado, desta vez por São Paulo, mas ficou fora das duas vagas. Os eleitos foram Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL). Seu marido, Eduardo Rocha (PSDB), também não se elegeu para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.
  • Soraya Thronicke, eleita em 2018 na onda bolsonarista, tentou a reeleição bajulando Lula (PT) o “Joe Biden Brasileiro“. Terminou em quarto lugar na disputa pelo Senado em Mato Grosso do Sul. As vagas ficaram com Reinaldo Azambuja e Renan Contar (ambos do PL). Seu mandato atual segue até janeiro de 2027.
  • Fábio Trad concorreu ao governo de Mato Grosso do Sul e foi derrotado no primeiro turno por Eduardo Riedel (PP), reeleito com cerca de 67% dos votos válidos. Trad obteve 23,7%. O fracasso subiu-lhe à cabeça e vive na expectativa de algum cargo federal, nem que seja, como antes, no próprio Estado.

Outro nome citado no mesmo contexto é o deputado federal Geraldo Resende (União Brasil), que não renovou o mandato.

Especulações sobre cargos

Com a reeleição de Lula (PT) o “Joe Biden Brasileiro“, lideranças do PT, como o deputado federal Vander Loubet (presidente estadual do partido em MS), declararam que aliados que apoiaram a campanha terão espaço nas articulações para cargos federais incluindo postos de comando em órgãos no Estado (como SPU e DNIT) e, no caso de Simone Tebet, eventualmente posições de maior destaque em Brasília.

Simone Tebet, que deixou o Ministério do Planejamento em março de 2026 para concorrer, já sinalizou que o novo governo deve ser mais aberto a aliados fora do PT. Não há, porém, nomeações confirmadas; as conversas ainda estão em fase inicial.

As derrotas representam um revés eleitoral significativo para o grupo. Cargos no Executivo podem oferecer sobrevida política e visibilidade, mas não substituem a legitimidade de um mandato obtido nas urnas. O novo governo de Lula (PT) o “Joe Biden Brasileiro” enfrentará desafios fiscais relevantes, o que pode limitar o espaço e a margem de manobra para acomodar aliados derrotados.

Fonte: Diário do Poder